Desenho de crânio postado pela Bianca:
quarta-feira, 3 de abril de 2013
terça-feira, 26 de março de 2013
Atualização (26/03/13)
Hoje a Bruna Lima postou as funções que foram delegadas a cada um do grupo, e postou também nosso cronograma para nos organizarmos melhor né galerinha, segue logo aqui embaixo:
Funções:
Pauteiros: Fábio e Jaque;
Funções:
Pauteiros: Fábio e Jaque;
Roteiristas: Alissa e Monique;
Edição:
- Áudio: Caio, Bruna Dal Ré, Fábio e Henrique (Cap: Caio, Fábio e Anderson.);
- Imagem: Rachel e Anderson;
- Vídeo: Bianca, Gabriel e Anderson;
- Texto: Monique e Carol;
Produtores: Carol, Alissa e Monique;
Cinegrafistas: Rachel e Andressa "Zéh";
Apresentadores: Bruna Dal Ré e Henrique;
Repórteres: Jaque e Gabriel;
Diretora: Bruna Lima
Blog:
- Textos: Monique;
- Publicação: Gabriel.
sábado, 23 de março de 2013
Atualização (23/03/13)
Hoje a Jack nos enviou a pesquisa que foi feita sobre a história da tauagem, e mais outras matérias, segue abaixo:
Historia da tatuagem
Em 1959, começava a história da tatuagem profissional no Brasil com o tatuador dinamarquês Lucky, após viajar pela Europa, Estados Unidos e América do Sul resolveu abrir seu estúdio no porto de Santos.
Rapidamente a novidade se espalhou não só entre os marinheiros, mas por todas as outras pessoas que circulavam pela zona portuária, onde pesquisas realizadas comprovaram que daí surgiu o preconceito da sociedade com as pessoas tatuadas, pois tal lugar era frequentado por malandros, prostitutas etc.
A tatuagem começou a ser marginalizada e rotulada como símbolo de rebeldia.
Na década de 70, a tatuagem atingiu a classe média do Rio de Janeiro ganhando espaço entre os frequentadores das praias da Zona Sul, principalmente os surfistas, que naquela época tinham como “point” predileto o místico Píer de Ipanema. Caetano Veloso imortalizou uma das obras de Lucky com a música “Menino do Rio”, onde um jovem surfista, José Artur Machado, mais conhecido como Petit tinha um “Dragão tatuado no braço”. Posteriormente, nos anos 80, era comum ver os corpos tatuados dos Metaleiros, Motoqueiros e Punks. Muitos julgavam aqueles que se tatuavam. Na década seguinte as tatuagens ganharam espaço na mídia, artistas começaram a exibir suas tattoos integrando-as à sociedade e transformando-as em moda, pois fãs passaram a copiar as tatuagens de seus ídolos. Nos dias atuais, a tatuagem ganhou seu merecido status de arte, sendo usada como expressão corporal, realização pessoal e um estilo de vida, abrangendo todos os tipos de classe social, raça, cor e credo.
O tatuado sofre preconceito?
Por Marcelo Galega
O tatuado sofre preconceito e isso não é novidade pra ninguém. Na verdade, todos sofremos preconceito em algum momento da vida. Mas o que me levou a pensar nesse assunto e escrever o livro Tattoo Your Soul foi: Será que esse preconceito é tão grande quanto dizem? Ou nós tatuados, nos preocupamos com uma atitude alheia e geramos um sofrimento desnecessário?
Então decide pensar e entender o que é preconceito e o que não é preconceito. Segue a minha conclusão e me corrijam se eu estiver errado.
NÃO É PRECONCEITO
- Olhar
Olhar não é preconceito. Pode ser apenas curiosidade.
- Não gostar de tatuagem
Assim como tem gente que gosta de tatuagens, tem muita gente que não gosta, o que é bem diferente de não gostar de tatuados.
- Não ser aceito em um emprego
Essa é uma questão muito difícil e muita gente acha que é preconceito,mas na grande maioria das vezes não é!
Historia da tatuagem
Em 1959, começava a história da tatuagem profissional no Brasil com o tatuador dinamarquês Lucky, após viajar pela Europa, Estados Unidos e América do Sul resolveu abrir seu estúdio no porto de Santos.
Rapidamente a novidade se espalhou não só entre os marinheiros, mas por todas as outras pessoas que circulavam pela zona portuária, onde pesquisas realizadas comprovaram que daí surgiu o preconceito da sociedade com as pessoas tatuadas, pois tal lugar era frequentado por malandros, prostitutas etc.
A tatuagem começou a ser marginalizada e rotulada como símbolo de rebeldia.
Na década de 70, a tatuagem atingiu a classe média do Rio de Janeiro ganhando espaço entre os frequentadores das praias da Zona Sul, principalmente os surfistas, que naquela época tinham como “point” predileto o místico Píer de Ipanema. Caetano Veloso imortalizou uma das obras de Lucky com a música “Menino do Rio”, onde um jovem surfista, José Artur Machado, mais conhecido como Petit tinha um “Dragão tatuado no braço”. Posteriormente, nos anos 80, era comum ver os corpos tatuados dos Metaleiros, Motoqueiros e Punks. Muitos julgavam aqueles que se tatuavam. Na década seguinte as tatuagens ganharam espaço na mídia, artistas começaram a exibir suas tattoos integrando-as à sociedade e transformando-as em moda, pois fãs passaram a copiar as tatuagens de seus ídolos. Nos dias atuais, a tatuagem ganhou seu merecido status de arte, sendo usada como expressão corporal, realização pessoal e um estilo de vida, abrangendo todos os tipos de classe social, raça, cor e credo.
O tatuado sofre preconceito?
Por Marcelo Galega
O tatuado sofre preconceito e isso não é novidade pra ninguém. Na verdade, todos sofremos preconceito em algum momento da vida. Mas o que me levou a pensar nesse assunto e escrever o livro Tattoo Your Soul foi: Será que esse preconceito é tão grande quanto dizem? Ou nós tatuados, nos preocupamos com uma atitude alheia e geramos um sofrimento desnecessário?
Então decide pensar e entender o que é preconceito e o que não é preconceito. Segue a minha conclusão e me corrijam se eu estiver errado.
NÃO É PRECONCEITO
- Olhar
Olhar não é preconceito. Pode ser apenas curiosidade.
- Não gostar de tatuagem
Assim como tem gente que gosta de tatuagens, tem muita gente que não gosta, o que é bem diferente de não gostar de tatuados.
- Não ser aceito em um emprego
Essa é uma questão muito difícil e muita gente acha que é preconceito,mas na grande maioria das vezes não é!
Toda empresa/organização têm o direito de escolher a pessoa mais adequada para fazer parte do quadro de
funcionários. Se pessoas tatuadas não se encaixam no perfil ou não fazem parte da estratégia da empresa, ela pode muito bem não aceitar a pessoa tatuada. Assim como podem dispensar outras pessoas por vários outros motivos como: ser alta ou baixa, obesa ou magra, e etc.
O que eu acredito, é que uma empresa não vai dispensar uma pessoa boa apenas por ele ter tatuagem. Se o tatuado se mostrar confiante e competente, muito provavelmente a empresa irá contrata-lo.
- Perguntar
Algumas perguntas são preconceituosas, mas a grande maioria é curiosidade.
Muitas pessoas querem fazer uma tattoo e por isso questionam, ou até mesmo querem saber o quanto é legal ter uma tattoo, mas não querem se tatuar.
Perguntam se doi pra fazer tattoo. É uma pergunta chata de responder, mas as pessoas tem curiosidade, e isso não é preconceito.
É PRECONCEITO
- Perguntar
“Nossa! Por que você se tatuou? Você sabe que agora vai pro inferno, né?” ou “Você não tem mãe e pai? Como eles deixaram você fazer essa coisa horrível no corpo?”
Agora reparem que esse tipo de pergunta, geralmente é feita por uma pessoa com pouca instrução da vida, e obviamente, não merece nem uma resposta. Apenas sorria e continue sua vida feliz.
“Não é difícil arrumar um emprego quando se tem tatuagem?”. Quem pergunta isso, não tem emprego, fato!
- Agredir (verbal ou fisicamente)
Esse tipo de preconceito acontece mais entre os próprios tatuados. Um grupo sempre acha que o estilo do seu desenho é mais legal que o de outro grupo, o que é uma ignorância, todos podem se tatuar e fazer o desenho que achar melhor.
Pode acontecer também de destatuados para tatuados, mas isso é caso de polícia e geralmente é cometido por membros de gangues ou fanáticos religiosos.
- Pouco caso
Já aconteceu muito no passado, hoje não muito, mas ainda existe. Chegar em um estabelecimento comercial e não ser atendido por ser tatuado. Essa é uma atitude que prova o quanto a pessoa e/ou estabelecimento são ignorantes.
Se o comércio busca clientes, porque estão ‘selecionando’?
- Discriminação
Isso eu nunca vi acontecer, mas já ouvi falar: uma pessoa sair do elevador, ônibus, trem e etc., porque encontrou um tatuado lá dentro.
Azar de quem?
O que eu acredito, é que uma empresa não vai dispensar uma pessoa boa apenas por ele ter tatuagem. Se o tatuado se mostrar confiante e competente, muito provavelmente a empresa irá contrata-lo.
- Perguntar
Algumas perguntas são preconceituosas, mas a grande maioria é curiosidade.
Muitas pessoas querem fazer uma tattoo e por isso questionam, ou até mesmo querem saber o quanto é legal ter uma tattoo, mas não querem se tatuar.
Perguntam se doi pra fazer tattoo. É uma pergunta chata de responder, mas as pessoas tem curiosidade, e isso não é preconceito.
É PRECONCEITO
- Perguntar
“Nossa! Por que você se tatuou? Você sabe que agora vai pro inferno, né?” ou “Você não tem mãe e pai? Como eles deixaram você fazer essa coisa horrível no corpo?”
Agora reparem que esse tipo de pergunta, geralmente é feita por uma pessoa com pouca instrução da vida, e obviamente, não merece nem uma resposta. Apenas sorria e continue sua vida feliz.
“Não é difícil arrumar um emprego quando se tem tatuagem?”. Quem pergunta isso, não tem emprego, fato!
- Agredir (verbal ou fisicamente)
Esse tipo de preconceito acontece mais entre os próprios tatuados. Um grupo sempre acha que o estilo do seu desenho é mais legal que o de outro grupo, o que é uma ignorância, todos podem se tatuar e fazer o desenho que achar melhor.
Pode acontecer também de destatuados para tatuados, mas isso é caso de polícia e geralmente é cometido por membros de gangues ou fanáticos religiosos.
- Pouco caso
Já aconteceu muito no passado, hoje não muito, mas ainda existe. Chegar em um estabelecimento comercial e não ser atendido por ser tatuado. Essa é uma atitude que prova o quanto a pessoa e/ou estabelecimento são ignorantes.
Se o comércio busca clientes, porque estão ‘selecionando’?
- Discriminação
Isso eu nunca vi acontecer, mas já ouvi falar: uma pessoa sair do elevador, ônibus, trem e etc., porque encontrou um tatuado lá dentro.
Azar de quem?
CONCLUSÃO
A vida é mais difícil para quem tem preconceitos. E quem não gosta de tatuados que se f@d@!
GRAÇA FOSTER DIZ TER TATUAGEM, GOSTAR DE ROCK E NÃO TER PROBLEMAS POR SER 1ª PRESIDENTE DA PETROBRAS
Acordar no meio da madrugada para fazer anotações e ir ao estádio de futebol sozinha são alguns dos hábitos da presidente da Petrobras, Graça Foster, revelados hoje (30) ao falar sobre o perfil de mulheres em altos cargos durante o seminário Mulheres Reais que Transformam, no Rio.
![]()
Torcedora do Botafogo, ela também falou sobre a infância modesta, no Complexo do Alemão, na Penha, zona norte da capital fluminense, de suas preferências musicais, de Beatles e Janis Joplin, que gosta de ouvir quando consegue almoçar sozinha. “Adoro rock”, disse, além de assumir ter tatuagens “até em locais que a roupa não mostra”.
Uma das 20 mulheres mais poderosas do mundo, segundo a revista norte-americana “Forbes”, Graça declarou ainda que nunca sofreu constrangimento por ser a primeira mulher presidente de uma das mais importantes empresas do planeta.
“Talvez, por ter passado por todos os níveis, entrei muitas vezes na sala da presidência como diretora, como gerente. Hoje, quando sento na minha cadeira, vejo que o poder vem carregado de dever”, disse.
Do alto do seu 1,79m, ela se definiu como uma pessoa segura e avaliou que o desafio da presidência, para homens ou mulheres, chama-se responsabilidade. “O poder vem quando é esperado que você dê o primeiro passo”.
Engenheira pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e economista, Graça, que começou na Petrobras como estagiária, aos 21 anos de idade, e era mãe de uma menina de 2 anos, disse que chora nos momentos íntimos, como qualquer pessoa, mas também xinga e dá broncas, quando necessário.
“É amor, carinho e cobrança”, ressaltou. “Sou extremamente disciplinada. Trabalho e estudo muito até mesmo para uma conversa simples. Então, eu cobro, embora nem sempre seja nesse tom ”, completou.
A liberiana Leymah Gbowee, Prêmio Nobel da Paz, em 2011, também falou durante o seminário. A ativista africana defendeu a necessidade de as sociedades enfrentarem estereótipos e sugeriu que mulheres bem sucedidas “ajudem umas as outras”. “Se você ocupou seu espaço, veja como pode ajudar outras mulheres a plantar seus pés firmes nesta terra e a exercer seu potencial”.
***
E você que acha que a pessoa que tem tatuagem nunca vai conseguir um emprego, onde vai enfiar a cara agora?
Fonte: Uol Notícias
REPORTAGEM DE SITE ZEROHORA.COM SOBRE CASO DE EXCLUSÃO EM QUESTÃO DE TATUAGENS, DE 2011 ACONTECIDO EM RIO GRANDE.
Candidatos a salva-vidas civis temporários no Estado foram eliminados da seleção em função de tatuagens. Pelo menos 15 inscritos, de um total de 46, não passaram da primeira etapa por esta razão em Rio Grande.
A atitude da Brigada Militar (BM), que diz apenas haver seguido uma norma presente no edital do concurso, gerou polêmica e dividiu opiniões. A regra define que os candidatos não podem ter tatuagens que cubram ou regiões ou membros do corpo em sua totalidade e em particular a região cervical, face, antebraços, mãos e pernas, isto é, nas áreas não cobertas pelos uniformes de salva-vidas (sunga e camiseta regata).
Os leitores de Zerohora.com responderam em canal de participação se concordam ou não com a norma e revelaram suas opiniões sobre o assunto. Luiz Ricardo Santos da Rosa, de Porto Alegre, foi objetivo e preferiu não entrar na polêmica da discussão:
— Se está previsto no edital, cumpra-se o edital.
Já o leitor Ricardo Marques, também da Capital, defendeu o edital argumentando que para outras profissões também existe a restrição:
— Concordo sim. Mesmo sendo temporários, eles tem que se enquadrar como qualquer outro militar. Além do mais, quem faz tatuagens deve estar preparado para ser excluído de algumas atividades profissionais. Piloto de aeronave comercial, comissário de bordo etc, também sofre restrições com o uso de tatuagens, piercing, cabelo moicano.
Outros leitores, entretanto, revelaram que discordam da norma. Alguns que moram fora do Brasil e acompanham a Zerohora.com relataram o que acontece no país onde estão, como no caso de Marcos Keller, morador de Christchurch, na Nova Zelândia:
— Os brasileiros que impõem essas regras absurdas tipo essa teriam que vir morar um tempo aqui para aprenderem como viver. Ninguém se importa com esse tipo de "bobagem" aqui. Mulheres dirigem ônibus e caminhões, pessoas tatuadas trabalham em todos os lugares e isso não faz com que eles sejam diferentes.
Grande parte das pessoas que se posicionaram contra a eliminação dos candidatos a salva-vidas destacaram que a atitude foi de preconceito:
— Tatuagem não muda caráter e nem desqualifica ninguém. O que uma pessoa faz com que seu corpo tem a ver apenas com ela mesma e com mais ninguém. Respeito às diferenças é algo que já deveria ser praticado há muito tempo pela sociedade. É triste, em pleno 2011, ter que ver esse tipo de atitude – opinou a leitora Nicole F., de Porto Alegre.
A vida é mais difícil para quem tem preconceitos. E quem não gosta de tatuados que se f@d@!
GRAÇA FOSTER DIZ TER TATUAGEM, GOSTAR DE ROCK E NÃO TER PROBLEMAS POR SER 1ª PRESIDENTE DA PETROBRAS
Acordar no meio da madrugada para fazer anotações e ir ao estádio de futebol sozinha são alguns dos hábitos da presidente da Petrobras, Graça Foster, revelados hoje (30) ao falar sobre o perfil de mulheres em altos cargos durante o seminário Mulheres Reais que Transformam, no Rio.
Torcedora do Botafogo, ela também falou sobre a infância modesta, no Complexo do Alemão, na Penha, zona norte da capital fluminense, de suas preferências musicais, de Beatles e Janis Joplin, que gosta de ouvir quando consegue almoçar sozinha. “Adoro rock”, disse, além de assumir ter tatuagens “até em locais que a roupa não mostra”.
Uma das 20 mulheres mais poderosas do mundo, segundo a revista norte-americana “Forbes”, Graça declarou ainda que nunca sofreu constrangimento por ser a primeira mulher presidente de uma das mais importantes empresas do planeta.
“Talvez, por ter passado por todos os níveis, entrei muitas vezes na sala da presidência como diretora, como gerente. Hoje, quando sento na minha cadeira, vejo que o poder vem carregado de dever”, disse.
Do alto do seu 1,79m, ela se definiu como uma pessoa segura e avaliou que o desafio da presidência, para homens ou mulheres, chama-se responsabilidade. “O poder vem quando é esperado que você dê o primeiro passo”.
Engenheira pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e economista, Graça, que começou na Petrobras como estagiária, aos 21 anos de idade, e era mãe de uma menina de 2 anos, disse que chora nos momentos íntimos, como qualquer pessoa, mas também xinga e dá broncas, quando necessário.
“É amor, carinho e cobrança”, ressaltou. “Sou extremamente disciplinada. Trabalho e estudo muito até mesmo para uma conversa simples. Então, eu cobro, embora nem sempre seja nesse tom ”, completou.
A liberiana Leymah Gbowee, Prêmio Nobel da Paz, em 2011, também falou durante o seminário. A ativista africana defendeu a necessidade de as sociedades enfrentarem estereótipos e sugeriu que mulheres bem sucedidas “ajudem umas as outras”. “Se você ocupou seu espaço, veja como pode ajudar outras mulheres a plantar seus pés firmes nesta terra e a exercer seu potencial”.
***
E você que acha que a pessoa que tem tatuagem nunca vai conseguir um emprego, onde vai enfiar a cara agora?
Fonte: Uol Notícias
REPORTAGEM DE SITE ZEROHORA.COM SOBRE CASO DE EXCLUSÃO EM QUESTÃO DE TATUAGENS, DE 2011 ACONTECIDO EM RIO GRANDE.
Candidatos a salva-vidas civis temporários no Estado foram eliminados da seleção em função de tatuagens. Pelo menos 15 inscritos, de um total de 46, não passaram da primeira etapa por esta razão em Rio Grande.
A atitude da Brigada Militar (BM), que diz apenas haver seguido uma norma presente no edital do concurso, gerou polêmica e dividiu opiniões. A regra define que os candidatos não podem ter tatuagens que cubram ou regiões ou membros do corpo em sua totalidade e em particular a região cervical, face, antebraços, mãos e pernas, isto é, nas áreas não cobertas pelos uniformes de salva-vidas (sunga e camiseta regata).
Os leitores de Zerohora.com responderam em canal de participação se concordam ou não com a norma e revelaram suas opiniões sobre o assunto. Luiz Ricardo Santos da Rosa, de Porto Alegre, foi objetivo e preferiu não entrar na polêmica da discussão:
— Se está previsto no edital, cumpra-se o edital.
Já o leitor Ricardo Marques, também da Capital, defendeu o edital argumentando que para outras profissões também existe a restrição:
— Concordo sim. Mesmo sendo temporários, eles tem que se enquadrar como qualquer outro militar. Além do mais, quem faz tatuagens deve estar preparado para ser excluído de algumas atividades profissionais. Piloto de aeronave comercial, comissário de bordo etc, também sofre restrições com o uso de tatuagens, piercing, cabelo moicano.
Outros leitores, entretanto, revelaram que discordam da norma. Alguns que moram fora do Brasil e acompanham a Zerohora.com relataram o que acontece no país onde estão, como no caso de Marcos Keller, morador de Christchurch, na Nova Zelândia:
— Os brasileiros que impõem essas regras absurdas tipo essa teriam que vir morar um tempo aqui para aprenderem como viver. Ninguém se importa com esse tipo de "bobagem" aqui. Mulheres dirigem ônibus e caminhões, pessoas tatuadas trabalham em todos os lugares e isso não faz com que eles sejam diferentes.
Grande parte das pessoas que se posicionaram contra a eliminação dos candidatos a salva-vidas destacaram que a atitude foi de preconceito:
— Tatuagem não muda caráter e nem desqualifica ninguém. O que uma pessoa faz com que seu corpo tem a ver apenas com ela mesma e com mais ninguém. Respeito às diferenças é algo que já deveria ser praticado há muito tempo pela sociedade. É triste, em pleno 2011, ter que ver esse tipo de atitude – opinou a leitora Nicole F., de Porto Alegre.
Juiz pode fazer tatuagem e trabalhar normalmente
A notícia abaixo é um relato de um Juiz tatuado e mais um balde de água fria na cara dos falsos moralistas.![]()
“O grande problema é que as pessoas firmam convicções sobre outras mais pela aparência do que pelo caráter. E é por isso que estelionatários bem trajados e articulados fazem a festa!”
Texto do site O Consultor Jurídico escrito Adriano Rodrigo Ponce de Oliveira
Não faz muito tempo que resolvi fazer tatuagens. Não foi uma decisão difícil não, pois achava legal e concluí que não havia, como de fato não há, impedimento algum. Eu queria também provar para mim mesmo que tinha me livrado de uma pitada de preconceito que tinha na época da atividade policial. E talvez ajudasse outras pessoas a desmistificarem certas impressões…
Geralmente a primeira reação de quem toma ciência das “tatoos” é a de surpresa. Afinal, há algum tempo não se cogitava que um magistrado fosse tatuado. Aliás, a sociedade, de maneira geral, atrelava a tatuagem ao delinquente.
O preconceito e a discriminação contra os tatuados estão sendo gradativamente reduzidos. A prática se difundiu e as pessoas estão se acostumando com as tatuagens e se convencendo de que não passam de adornos.
Eu mesmo me perguntei, no dia seguinte ao do início do desenho: será que quem me avistar na rua vai pensar que eu não presto só por causa da tatuagem? Será que ontem eu era pessoa de bem, cumpridora dos deveres, e hoje, apenas por conta do desenho, já não tenho valor algum, já não sou digno de respeito e confiança? Pior que para alguns é exatamente isso…
O grande problema é que as pessoas firmam convicções sobre outras mais pela aparência do que pelo caráter. E é por isso que estelionatários bem trajados e articulados fazem a festa!
Recentemente um candidato ao cargo de soldado PM 2ª Classe foi reprovado porque a tatuagem era maior do que a permitida pelo edital e o tribunal paulista o reintegrou ao concurso (Apelação nº 0030009-93.2010.8.26.001). O mesmo Tribunal condenou quem fez tatuagem em menor de 18 anos sem consentimento dos pais pela prática de lesão corporal grave pela deformidade permanente (Processo 0008522-88.2009.8.26.0070). Mas o objetivo aqui não é estimular ninguém a se tatuar ou alertar para os riscos, pois cada um tem seu livre arbítrio e sabe se poderá ou não sofrer prejuízo, especialmente no campo profissional. Quero apenas relatar situações curiosas que já vivenciei em audiências.
Certa vez, ouvindo um usuário de drogas, queria saber dele se tinha adquirido maconha do réu acusado de tráfico. Ele confirmou. Eu perguntei se tinha sido a única vez e ele respondeu afirmativamente. E assim prosseguimos dialogando: Mas você já sabia que ele vendia? Não, senhor! Ele ofereceu? Também não. Mas então como é que a compra se consumou? Doutor, eu estava na fissura. Entrei num bar e avistei quatro “caras” sem camisa, todos tatuados, e logo pensei: esses caras devem vender o bagulho! Com a insinuação, por parte do próprio usuário, de que só pelo fato de ostentar tatuagens (inclusive no mesmo local em que tenho a minha), os indivíduos poderiam ser traficantes, o escrevente e o promotor discretamente sorriram para mim. Surpreendido com o raciocínio do dependente, respirei fundo para não rir e prossegui, prevendo que na minha carreira ainda enfrentaria momentos hilários por conta das tatuagens. Encerrada a audiência, diante apenas dos servidores, eu refleti: será que algum dia alguém vai perguntar para mim se eu vendo o “bagulho”? A risada foi geral…
Noutra oportunidade um réu acusado de estelionato lamentou muito por ter voltado a infringir a lei. Confesso, ele fez de tudo para demonstrar arrependimento e tradicionalmente pedir uma nova oportunidade para voltar ao convívio social. Ao final, suplicou: “Meritíssimo, só espero que me dê uma chance e que não me julgue pelas tatuagens que tenho pelo corpo!”. O mesmo escrevente e o mesmo promotor olharam para mim e aguardaram a minha reação. Não tive dúvida: fiquei de pé, exibi a tatuagem até então escondida sob a camisa e acalmei o interrogando: “fique tranquilo rapaz, só pelo fato de ser tatuado você não será condenado não”… Ninguém esperava que eu pudesse fazer aquilo. Mas a minha atitude reduziu a tensão e quem estava presente, ao mesmo tempo em que ficou surpreso, reagiu positivamente. Fiquei sabendo até que a advogada depois elogiou a minha postura…
Em outras oportunidades nas quais criminosos foram reconhecidos pelas vítimas e testemunhas principalmente por causa de tatuagens identificadoras, também tive de me controlar porque achei graça dos meus colegas de trabalho, que não perdem a oportunidade de fazer seus comentários bem-humorados sobre o elo que ainda existe entre a tatuagem e o mundo do crime, tudo para me provocar.
O fato é que além de eu ter feito o que desejava sem me preocupar com julgamento alheio (mesmo porque não prejudicaria ninguém), parece que ainda me divertirei bastante com isso tudo…
Professor quer se tornar o primeiro chefe de Estado com rosto tatuado
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Vladimir Franz é professor de arte dramática de uma prestigiada universidade da República Tcheca. Aos 53 anos, ele tem 90% do corpo tatuado!
Pintor, compositor de ópera e doutor em Direito, Vladimir agora quer dar um outro salto: no campo da política. Ele quer se tornar o primeiro chefe de Estado do mundo a ter o rosto totalmente tatuado.
Morador de Praga, Vladimir já começou a campanha presidencial, de acordo com o site “SWNS”, como candidato independente. Ele precisa até o fim do ano de 50 mil assinaturas para validar a candidatura. Já está em 8.777.
O tatuado também está apostando nas redes sociais para fazer o sonho político decolar. A página de Vladimir no Facebook já tem 23 mil curtidas.
Apesar da imagem, que pode ser considerada intimidadora para muitos, Vladimir garante ter uma linha política moderada, promovendo a tolerância, a defesa dos direitos humanos, a democracia e o uso de fontes de energia alternativas.
Advogado pode ter tatuagem?
Muitas pessoas já me disseram que gostariam muito de fazer uma tattoo, mas não podem porque pretendem ser advogados e tal profissão não admite tatuados. O que na minha opinião, é uma tremenda babaquice.
Se você pretende ser advogado e está na dúvida se deve ou não fazer uma tatuagem, seguem minhas conclusões:
1º É provavel que você não queria realmente ter uma tatuagem;
2º É provavel que você não queria realmente ser advogado;
3º Com certeza muitos outros advogados pensam o mesmo que você e não fazem uma tatuagem com medo do que você vai pensar deles, e vice versa;
4º Se você acha que a tatuagem não passa credibilidade às pessoas, então desista, pois você não tem credibilidade alguma, já que pensa em se tatuar;
5º Se você acha a tatuagem pode passar uma imagem de bandido, lembre-se que, boa parte dos bandidos usam terno e gravata. Traje comum entre os advogados;
6º Se você quisesse realmente ser tatuado e advogado, já teria feito sua(s) tatuagem(s), não estaria nem ai para o que os outros pensam e seria mais confiante em si;
7º Um desenho na pele não diminiu a competência de ninguém. E se você acha que sim, você é incompetente;
8º Se você pensa: “eu sei que a tatuagem não dimuniu a competência de ninguém, mas nem todos pesam assim”, você não tem personalidade e auto confiânça, então nunca será bom profissional em nenhuma área.
9º Se você acha que os advogados podem fazer uma tattoo, mas deve ser em uma parte do corpo onde a pessoa possa esconder, parabéns! Você faz parte dos tatuados que contribuem com o preconceito contra os próprios tatuados.
“Se você deixar de fazer tudo por conta do provável preconceito, no fim da vida não terá feito nada e ainda assim terá sofrido preconceito”.
Marcelo Galega
O tatuado, Alex Atala fica entre os 20 chefs mais influentes do mundo
O brasileiro Alex Atala entrou para a lista dos 20 chefs mais influentes do mundo, publicada nesta quinta-feira (27/01) na cúpula gastronômica internacional Madrid Fusion.
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Atala é dono do restaurante D.O.M, considerado um dos melhores do mundo. O estabelecimento fica em São Paulo e ganhou fama internacional por misturar ingredientes brasileiros com cozinha contemporânea. O chef já foi DJ, pintor de parede e apresentador de programa de culinária.
A notícia abaixo é um relato de um Juiz tatuado e mais um balde de água fria na cara dos falsos moralistas.
“O grande problema é que as pessoas firmam convicções sobre outras mais pela aparência do que pelo caráter. E é por isso que estelionatários bem trajados e articulados fazem a festa!”
Texto do site O Consultor Jurídico escrito Adriano Rodrigo Ponce de Oliveira
Não faz muito tempo que resolvi fazer tatuagens. Não foi uma decisão difícil não, pois achava legal e concluí que não havia, como de fato não há, impedimento algum. Eu queria também provar para mim mesmo que tinha me livrado de uma pitada de preconceito que tinha na época da atividade policial. E talvez ajudasse outras pessoas a desmistificarem certas impressões…
Geralmente a primeira reação de quem toma ciência das “tatoos” é a de surpresa. Afinal, há algum tempo não se cogitava que um magistrado fosse tatuado. Aliás, a sociedade, de maneira geral, atrelava a tatuagem ao delinquente.
O preconceito e a discriminação contra os tatuados estão sendo gradativamente reduzidos. A prática se difundiu e as pessoas estão se acostumando com as tatuagens e se convencendo de que não passam de adornos.
Eu mesmo me perguntei, no dia seguinte ao do início do desenho: será que quem me avistar na rua vai pensar que eu não presto só por causa da tatuagem? Será que ontem eu era pessoa de bem, cumpridora dos deveres, e hoje, apenas por conta do desenho, já não tenho valor algum, já não sou digno de respeito e confiança? Pior que para alguns é exatamente isso…
O grande problema é que as pessoas firmam convicções sobre outras mais pela aparência do que pelo caráter. E é por isso que estelionatários bem trajados e articulados fazem a festa!
Recentemente um candidato ao cargo de soldado PM 2ª Classe foi reprovado porque a tatuagem era maior do que a permitida pelo edital e o tribunal paulista o reintegrou ao concurso (Apelação nº 0030009-93.2010.8.26.001). O mesmo Tribunal condenou quem fez tatuagem em menor de 18 anos sem consentimento dos pais pela prática de lesão corporal grave pela deformidade permanente (Processo 0008522-88.2009.8.26.0070). Mas o objetivo aqui não é estimular ninguém a se tatuar ou alertar para os riscos, pois cada um tem seu livre arbítrio e sabe se poderá ou não sofrer prejuízo, especialmente no campo profissional. Quero apenas relatar situações curiosas que já vivenciei em audiências.
Certa vez, ouvindo um usuário de drogas, queria saber dele se tinha adquirido maconha do réu acusado de tráfico. Ele confirmou. Eu perguntei se tinha sido a única vez e ele respondeu afirmativamente. E assim prosseguimos dialogando: Mas você já sabia que ele vendia? Não, senhor! Ele ofereceu? Também não. Mas então como é que a compra se consumou? Doutor, eu estava na fissura. Entrei num bar e avistei quatro “caras” sem camisa, todos tatuados, e logo pensei: esses caras devem vender o bagulho! Com a insinuação, por parte do próprio usuário, de que só pelo fato de ostentar tatuagens (inclusive no mesmo local em que tenho a minha), os indivíduos poderiam ser traficantes, o escrevente e o promotor discretamente sorriram para mim. Surpreendido com o raciocínio do dependente, respirei fundo para não rir e prossegui, prevendo que na minha carreira ainda enfrentaria momentos hilários por conta das tatuagens. Encerrada a audiência, diante apenas dos servidores, eu refleti: será que algum dia alguém vai perguntar para mim se eu vendo o “bagulho”? A risada foi geral…
Noutra oportunidade um réu acusado de estelionato lamentou muito por ter voltado a infringir a lei. Confesso, ele fez de tudo para demonstrar arrependimento e tradicionalmente pedir uma nova oportunidade para voltar ao convívio social. Ao final, suplicou: “Meritíssimo, só espero que me dê uma chance e que não me julgue pelas tatuagens que tenho pelo corpo!”. O mesmo escrevente e o mesmo promotor olharam para mim e aguardaram a minha reação. Não tive dúvida: fiquei de pé, exibi a tatuagem até então escondida sob a camisa e acalmei o interrogando: “fique tranquilo rapaz, só pelo fato de ser tatuado você não será condenado não”… Ninguém esperava que eu pudesse fazer aquilo. Mas a minha atitude reduziu a tensão e quem estava presente, ao mesmo tempo em que ficou surpreso, reagiu positivamente. Fiquei sabendo até que a advogada depois elogiou a minha postura…
Em outras oportunidades nas quais criminosos foram reconhecidos pelas vítimas e testemunhas principalmente por causa de tatuagens identificadoras, também tive de me controlar porque achei graça dos meus colegas de trabalho, que não perdem a oportunidade de fazer seus comentários bem-humorados sobre o elo que ainda existe entre a tatuagem e o mundo do crime, tudo para me provocar.
O fato é que além de eu ter feito o que desejava sem me preocupar com julgamento alheio (mesmo porque não prejudicaria ninguém), parece que ainda me divertirei bastante com isso tudo…
Professor quer se tornar o primeiro chefe de Estado com rosto tatuado
Vladimir Franz é professor de arte dramática de uma prestigiada universidade da República Tcheca. Aos 53 anos, ele tem 90% do corpo tatuado!
Pintor, compositor de ópera e doutor em Direito, Vladimir agora quer dar um outro salto: no campo da política. Ele quer se tornar o primeiro chefe de Estado do mundo a ter o rosto totalmente tatuado.
Morador de Praga, Vladimir já começou a campanha presidencial, de acordo com o site “SWNS”, como candidato independente. Ele precisa até o fim do ano de 50 mil assinaturas para validar a candidatura. Já está em 8.777.
O tatuado também está apostando nas redes sociais para fazer o sonho político decolar. A página de Vladimir no Facebook já tem 23 mil curtidas.
Apesar da imagem, que pode ser considerada intimidadora para muitos, Vladimir garante ter uma linha política moderada, promovendo a tolerância, a defesa dos direitos humanos, a democracia e o uso de fontes de energia alternativas.
Advogado pode ter tatuagem?
Muitas pessoas já me disseram que gostariam muito de fazer uma tattoo, mas não podem porque pretendem ser advogados e tal profissão não admite tatuados. O que na minha opinião, é uma tremenda babaquice.
Se você pretende ser advogado e está na dúvida se deve ou não fazer uma tatuagem, seguem minhas conclusões:
1º É provavel que você não queria realmente ter uma tatuagem;
2º É provavel que você não queria realmente ser advogado;
3º Com certeza muitos outros advogados pensam o mesmo que você e não fazem uma tatuagem com medo do que você vai pensar deles, e vice versa;
4º Se você acha que a tatuagem não passa credibilidade às pessoas, então desista, pois você não tem credibilidade alguma, já que pensa em se tatuar;
5º Se você acha a tatuagem pode passar uma imagem de bandido, lembre-se que, boa parte dos bandidos usam terno e gravata. Traje comum entre os advogados;
6º Se você quisesse realmente ser tatuado e advogado, já teria feito sua(s) tatuagem(s), não estaria nem ai para o que os outros pensam e seria mais confiante em si;
7º Um desenho na pele não diminiu a competência de ninguém. E se você acha que sim, você é incompetente;
8º Se você pensa: “eu sei que a tatuagem não dimuniu a competência de ninguém, mas nem todos pesam assim”, você não tem personalidade e auto confiânça, então nunca será bom profissional em nenhuma área.
9º Se você acha que os advogados podem fazer uma tattoo, mas deve ser em uma parte do corpo onde a pessoa possa esconder, parabéns! Você faz parte dos tatuados que contribuem com o preconceito contra os próprios tatuados.
“Se você deixar de fazer tudo por conta do provável preconceito, no fim da vida não terá feito nada e ainda assim terá sofrido preconceito”.
Marcelo Galega
O tatuado, Alex Atala fica entre os 20 chefs mais influentes do mundo
O brasileiro Alex Atala entrou para a lista dos 20 chefs mais influentes do mundo, publicada nesta quinta-feira (27/01) na cúpula gastronômica internacional Madrid Fusion.
Atala é dono do restaurante D.O.M, considerado um dos melhores do mundo. O estabelecimento fica em São Paulo e ganhou fama internacional por misturar ingredientes brasileiros com cozinha contemporânea. O chef já foi DJ, pintor de parede e apresentador de programa de culinária.
sexta-feira, 22 de março de 2013
Atualização (22/03/13)
Hoje a Bruna Lima postou a foto de uma menina que ela
conhece, para entrevistarmos. Tomara que dê certo!
segunda-feira, 11 de março de 2013
Atualização (10/03/13) - TEMA ESCOLHIDO!
É isso ai!
Decidimos por
falar sobre o preconceito com pessoas tatuadas, como podem ver, foi o tema mais
pesquisado, e o grupo se empolgou pra caramba!
Agora estamos
correndo atrás de definir as funções de cada um no grupo e definir linguagens
visuais, estilos, achar a galera para entrevistas, etc. Vamô que vamô!
sexta-feira, 8 de março de 2013
Atualização (08/03/13)
Mais pesquisas
sobre tatuagens foram postadas pelo Fábio. Realmente é um assunto super interessante, que abriria muitas portas para nosso trabalho. Segue as matérias:
É
ilegal exclusão de candidato de concurso público por possuir tatuagem.
A Quinta Turma do
TRF da 1ª região, sob a relatoria do juiz federal convocado Ávio Mozar José
Ferraz de Novaes, decidiu, à unanimidade, que é ilegal a exclusão de candidato
do exame de admissão do , por possuir tatuagens no corpo.
A União apelou da
sentença que deu provimento a pretensão do candidato para prosseguir no
certame, anulando a decisão administrativa que o considerou inapto na inspeção
de saúde por ser possuidor de duas tatuagens no corpo.
Alegou
preliminarmente a União que o reexame judicial de critérios utilizados pela
administração para a seleção dos seus candidatos em concurso público configura
uma intervenção judicial, repelida pelo ordenamento pátrio por estar o Judiciário
intervindo no mérito administrativo. No mérito argumentou que a exclusão do
candidato ocorreu dentro dos ditames do edital, e este instituiu a observância
dos critérios de seleção da portaria Depens n.º 220/DE 2 , de 29 de agosto de
2005.
No que tange ao
pedido preliminar, o relator considerou que não pode o Judiciário se eximir de
apreciar ameaça ou lesão a direito, como preceitua a CF no seu artigo 5.º ,
inciso XXXV ; pois não estará o Judiciário intervindo no mérito administrativo,
mas, sim, apreciando se, no mérito, a administração respeitou princípios a ela
impostos, como o da legalidade e da razoabilidade, ou seja, apreciando se o
direito do candidato de ser selecionado por critérios objetivos e pautado nos
princípios acima mencionados foi respeitado.
No tocante a
questão de mérito, o relator salientou que o fato de o edital fazer lei entre
as partes e de ser editado de acordo com a conveniência e oportunidade
administrativa, isso "não o torna imune à apreciação do Judiciário, sob
pena da discricionariedade administrativa transmudar-se em arbitrariedade da
administração".
Acrescentou que
"as tatuagens existentes no corpo do candidato não afetam a honra pessoal,
o pundonor militar ou o decoro exigido aos integrantes das Forças Armadas,
considerando que as mesmas não representam: ideologias terroristas ou
extremistas contrárias às instituições democráticas ou que preguem a violência
e a criminalidade; discriminação ou preconceitos de raça, credo, sexo ou
origem; idéias ou atos libidinosos; e idéias ou atos ofensivos às Forças
Armadas.""Também não prejudicam os padrões de apresentação pessoal
quando no uso de uniformes estabelecidos por regulamento do comando da
aeronáutica, incluindo aqueles previstos para a prática de educação
física".
O relator reconheceu
a rigidez dos padrões de apresentação das Forças Armadas, não cabendo ao
Judiciário impedir e nem incentivar tal prática."Todavia, no momento em
que esta prática obsta o direito de um candidato de concorrer em um certame,
faz-se imprescindível à intervenção judicial, para fazer sanar tamanha
ilegalidade."
Verificou
que"as tatuagens analisadas sob o prisma estético não podem ser inseridas
no rol de critérios de inaptidão, pois o simples fato de possuir uma tatuagem
não tem nenhuma correlação com a capacidade de uma pessoa ocupar um
cargo".
O relator
observou, por meio das fotos acostadas aos autos, que as tatuagens, uma do
cruzeiro do sul e outra de um lobo, não configurariam nenhuma das hipóteses
previstas no edital; não constituem, pois, razão para a exclusão do candidato.
Fonte: www.migalhas.com.br
NOTAS DA REDAÇAO:
No caso in
comento, a 5º Turma do Tribunal Regional Federal da 1º Região, decidiu por
unanimidade que foi ilegal a exclusão do candidato do exame de admissão do
curso de formação de sargentos da aeronáutica por possuir tatuagens no corpo.
Uma decisão
administrativa considerou o candidato inapto na inspeção de saúde, pelo fato do
candidato possuir duas tatuagens.
Duas questões
foram discutidas neste acórdão. Vejamos.
A União apelou da
sentença que deu provimento ao candidato para que prosseguisse no certame do
curso de formação de sargentos da aeronáutica .
Alegou
preliminarmente a União que, foi ferido o mérito administrativo, posto que o
Poder Judiciário não poderia rever uma decisão administrativa, posto que a
exclusão do candidato foi feita dentro do previsto no edital.
Tal argumento da
União não coaduna com o nosso ordenamento jurídico, posto que está consagrado
na nossa magna carta, como um direito fundamental, o princípio da
inafastabilidade da jurisdição.
Assim dispõe o
art. 5º , XXXV , da Constituição Federal : XXXV - a lei não excluirá da
apreciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça a direito;
O direito de ação
é um direito público subjetivo do cidadão, e assim está previsto no citado
artigo da nossa Constituição Federal , consagrando dessa forma o princípio da
inafastabilidade da jurisdição, isto é, no Brasil o único poder que tem
jurisdição é o Poder Judiciário, ou seja, é o único órgão que tem o poder de
dizer o direito com força de transitá-lo em julgado.
Segundo o ilustre
professor Alexandre de MORAES:
O Poder
Judiciário, desde que haja plausibilidade de ameaça ao direito, é obrigado a
efetivar o pedido de prestação judicial requerido pela parte de forma regular,
pois a indeclinabilidade da prestação judicial é princípio básico que rege a
jurisdição, uma vez que a toda violação de um direito responde uma ação
correlativa, independentemente de lei especial que a outorgue. (MORAES,
Alexandre de. Direitos Humanos Fundamentais. Teoria Geral. 2. ed. São Paulo:
Atlas S.A., 1998, p. 197).
No que tange ao
mérito, a União alegou que o edital faz lei entre as partes, e este é elaborado
de acordo com a conveniência e oportunidade da administração, portanto, foi
legal a exclusão do canditato, já que estava previsto no edital que o candidato
não poderia ter tatuagens.
O relator decidiu
que as tatuagens analisadas sob o prisma estético não podem ser inseridas no
rol de critérios de inaptidão, pois o simples fato de possuir uma tatuagem não
tem nenhuma correlação com a capacidade de uma pessoa ocupar um cargo.
O fato de o
candidato possuir tatuagens pelo corpo não afetam a sua honra pessoal, o
profissionalismo, muito menos lhe diminui a competência. Acreditamos que, a
tatuagem desde que esteja dentro do conceito de decoro, isto é, não expressem
ideologias terroristas, extremistas e contrárias às instituições democráticas
ou incitem a violência e a criminalidade, ou incentivem a discriminação ou
preconceitos de raça e sexo ou qualquer outra força de preconceito afim, é
compatível com o exercício de qualquer cargo público.
Uma
Matéria sobre o preconceito a Piercing e Tatuagem no ambiente de trabalho.
Aumento do número
de pessoas com tatuagem e piercing gera polêmica no mercado de trabalho
Uma flor na nuca,
um dragão colorido no braço, uma bola de metal na ponta da língua. Discretos e
chamativos, tatuagem e piercing, que um dia foram símbolo de rebeldia, ganham,
a cada dia, mais adeptos – inclusive no mundo corporativo. E provocam, entre
chefes, as mais diferentes reações. Por isso, segundo especialistas da área de
Recursos Humanos, antes de decidir usar uma tatuagem ou um piercing, o
profissional deve fazer uma avaliação do grau de conservadorismo de sua área de
atuação.
Em áreas mais
novas, como internet, telecomunicações e publicidade, o visual pode ser comum.
Mas instituições com um perfil mais sóbrio, como bancos, escritórios de
advocacia, hotéis e hospitais estão atentos à formalidade na apresentação do
funcionário.
Empresa foi
denunciada por discriminação no Paraná
“A tatuagem e o
piercing ainda são associados, por alguns chefes mais conservadores, à
excentricidade. Minha recomendação para alguém que deseja conquistar uma vaga é
evitar esses adornos em lugares visíveis. Pode até haver neutralidade ou
tolerância em relação ao assunto, mas ninguém será contratado porque é tatuado”
– diz a diretora-executiva da Dasein Assessoria Empresarial, Adriana Prates.
A procuradora e
coordenadora do Núcleo de Defesa dos Direitos da Personalidade do Ministério
Público do Trabalho do Rio, Lisyane Motta, destaca que ninguém pode ser
discriminado por ter tatuagem ou piercing.
“Recentemente, no
Paraná, uma empresa foi denunciada por empregados, pois estabelecia normas em
relação a vestimentas e acessórios, entre elas a proibição de tatuagens e
piercings. Os funcionários entenderam que o empregador só poderia exigir asseio
pessoal.”
Admiradores dos
adornos concordam. Caso da advogada Renata Vasques, que trabalha num grande
escritório. Ela tem uma tatuagem no pescoço e quer fazer outra, no pé: “De
certa forma, eu até acabo me tolhendo. Tenho um cavalo marinho delicado e vou
escolher um desenho discreto para o pé. Mas não deixo de fazer, afinal uma
tatuagem não pode ser relacionada à eficiência. E também não significa que eu
não mantenha uma postura formal, inclusive na forma de me vestir”.
Ainda que as
empresas não divulguem a proibição do uso de tatuagens e piercings, o critério
pode acabar sendo usado na hora da contratação. É o que destaca Lisyane Motta,
do Núcleo de Defesa dos Direitos da Personalidade.
“É algo tão sutil
que fica difícil apurar. Por isso acontece muito. É diferente de preconceito de
cor ou de sexo, que pode ser detectado numa pesquisa do quadro de
funcionários.”
Acreditando que a
mente dos chefes mudaram, o fisioterapeuta André Lauria decidiu, há dois meses,
fazer uma tatuagem num local do corpo aparente: o antebraço. Lauria, que é
fisioterapeuta do time de futebol da Universidade Estácio de Sá, estava
empregado há apenas um mês na clínica Fisiobarra, também da instituição.
“O diretor da
clínica se surpreendeu e comentou que eu não deveria ter feito num local tão
exposto, pois poderia chocar os pacientes. Mas frisou que minha competência
estava acima disso. E a tatuagem, que é meu sobrenome, não transmite rebeldia.
É uma exaltação à minha família.”
Segundo pesquisa,
70% dos que se tatuam são mulheres.
Mais radical, com
várias tatuagens e piercings, a terapeuta capilar Cíntia Araújo, do Salão
Fashion Clinic, faz coro: “Atendemos senhoras muito sofisticadas, mas fiz meu
nome dentro da minha área e é isso que importa para elas: serem atendidas por
uma boa profissional e saírem daqui com os cabelos mais bonitos.”
O fato é que, hoje
em dia, as tatuagens vão muito além do universo dos velho marujos. Caio Freire,
um dos mais antigos tatuadores do Rio e presidente da Associação de Tatuadores
da cidade, conta que hoje seus clientes são executivos, médicos e juízes. O
presidente do Sindicato dos Tatuadores e Bodypiercing Profissionais do Estado
do Rio, Alexandre Oazen, diz que uma pesquisa mostra que o número de pessoas
que se tatuam dobrou de 2001 para 2004. E que 70% são mulheres.
Mas nem todos
concordam que a tatuagem ou o piercing devam ser compartilhados com os colegas
de trabalho. Silvana Pontes, supervisora de aeroporto da Team – companhia aérea
que faz vôos regionais – tem uma tatuagem no tornozelo feita há 20 anos, mas,
quando está trabalhando, só usa calças. E também não permite que suas
subordinadas tenham o adorno em local do corpo que não possa ficar escondido
pela roupa: “Nosso público é a elite da elite. Temos que ter um padrão de
apresentação, que inclui maquiagem, unhas bem feitas e nada de tatuagem ou
piercing, que não condizem com a imagem que queremos transmitir.”
Fonte – Jornal O
Globo – Caderno Boa Chance – 01/05/2005
Retirado do Site: http://direm.estacio.br/noticias/arquivo2005/0905_tatoo.asp
Tatuagem
pode custar caro e prejudicar em seleção de emprego
Antes de optar por
fazer uma tatuagem é preciso ter certeza do que fazer e onde fazer. O
preconceito no mercado de trabalho existe, mas diminuiu bastante nos últimos anos.
Para quem está a
procura de um novo emprego, existem algumas restrições, mas também ocorre o
contrário: há lugares onde a tatuagem ajuda a conseguir a vaga.
A vendedora Deyse
Belo tem 27 tatuagens. Para conseguir o emprego de vendedora na loja em que trabalha,
o estilo dela foi fundamental. "O mais importante no comércio é a
aparência. Aí a tatuagem é uma coisa a mais. É como se fosse uma jóia, uma
coisa que chama a atenção", conta Deyse.
E Deyse não se
considera uma exceção. Para ela, a resistência às tatuagens diminuiu bastante.
"Hoje em dia está mais comum. Já é mais tranquilo. Ainda tem preconceito
de algumas pessoas. O caráter da pessoa não muda. Ele é independente do
visual", explica.
"Há questão
de uns 15 anos atrás, nós tinhamos mesmo um preconceito muito grande, mas com a
evolução, com a internet, com o acesso às redes socias, as pessoas gostam mesmo
de fazer tatuagem, então reduziu bastante.", diz o consultor de Recursos
Humanos, Márcio Terra.
Apesar da maior
aceitação das tatuagens no mercado de trabalho, ainda resta um pouco de
preconceito por parte de algumas empresas e setores. Por isso, vale ter bom
senso e evitar os exageros. "Locais como o braço todo tatuado, alguns
locais que aparecem como o pescoço. Esse tipo de tatuagem realmente acaba chocando
algumas pessoas. Principalmente em um processo de seleção, em que ela está
sendo avaliada", conta Márcio.
O tatuador
Fernando Souza conta que tatua em média três pessoas por dia. Segundo ele,
grande parte dos clientes se preocupa em fazer uma tatuagem que não prejudique
na hora de conseguir um trabalho. E quando há dúvida, ele mesmo dá uma ajuda.
"Às vezes ele
quer fazer uma coisa muito extravagante, em um lugar muito exposto. Então a
gente tem que dar uma segurada na pessoa, fazer ela pensar melhor no que ela
está fazendo, para ter certeza que o que ela vai fazer é uma coisa certa para
ela e não vai acarretar em nenhuma consequência negativa.", diz Fernando.
O programador
Vitor Mendes sempre quis fazer uma nas costas, e o fato da arte não ficar sempre
à mostra, colaborou. "Dependendo do lugar que eu for trabalhar, dá uma
escondida. A gente fala que tem, mas não fica evidente, então acaba não
atrapalhando muito", explica Vitor.
Independente de
ter ou não tatuagem, o mais importante é que ela seja apenas um detalhe.
"Ela não vai
influenciar no perfil. Ela mais caracteriza a pessoa como ela realmente
é", explica Fernando.
"Não define
as qualidades. Até porque se eu chego com uma tatuagem nas costas e falo que
não tenho e depois eu sou aprovado pelas minhas capacidades isso não quer dizer
nada. Então eu acho que tatuagem não é uma coisa que define a pessoa em
si", conta Vitor.
Custo
O valor varia
bastante. Muitos tatuadores cobram por hora.
Em Taubaté, pode custar o mínimo de R$ 200. Em uma hora, é possível
fazer uma tatuagem pequena. Já desenhos mais trabalhosos devem ser feitos em
várias sessões.
É possível retirar
a tatuagem em médicos dermatologistas. Porém, o procedimento é caro e dolorido.
Antes de escolher
um local preste atenção em alguns intens:
1. Esterilização
do material e local;
2. Descarte das
agulhas e luvas;
3. Idade: menores
de 18 anos não podem fazer tatuagens ou piercings, mesmo com autorização dos
pais;
4. Medicamentos:
os profissionais não podem receitar nenhum remédio.
quarta-feira, 6 de março de 2013
Atualização (06-03-13)
Hoje foi a Bruna Lima quem postou matérias bem
interessantes sobre o preconceito com pessoas tatuadas, vamos dar uma olhada:
O PRECONCEITO CONTRA PESSOAS TATUADAS EXISTE!
Quase sempre tem uma nova mensagem polêmica envolvendo
pessoas tatuadas, seja com histórias bizarras ou com algum político que diz
asneira na internet e depois pede desculpas. A história deste post não é nada
fora do comum, para falar a verdade, isto deve acontecer todos os dias com
muitas pessoas, inclusive com vocês, leitores do blog.
Não posso me iludir e falar que o preconceito não
existe, sim, ele existe e não é somente com pessoas tatuadas. O preconceito
existe com qualquer tipo de estereótipo que seja diferente da sociedade
brasileira. Para ser sincero, eu não gosto de escrever estas matérias, mas o
motivo para escrevê-las, é justamente por conta que nos dias atuais as pessoas
vem mudando, as pessoas vem lutando por causas, mesmo que sejam através do seu
facebook ou assinaturas pela internet.
Lucas Viglio é um jovem tatuado de 21 anos que estava
viajando de ônibus no dia 12 de fevereiro de 2013, entre as cidades de
Araraquara par Rio Claro, ambas cidades são situadas no interior de São Paulo.
Como relatou em sua postagem no facebook ele foi tratado de forma
preconceituosa pelo motorista da empresa VB Transportes, responsável por fazer
o trajeto entre as duas cidades.
Tudo começou quando Lucas, solicitou para o motorista
guardar seus pertences no bagageiro do ônibus, neste instante, o rapaz esqueceu
de entregar o bilhete (passagem de ônibus) e foi então que começou as
“indiretas” do motorista José Vieira. Com um “assovio diferenciado”, digamos
assim, aquele que as pessoas fazem para chamar a atenção, em seguida Lucas
entregou o bilhete e pediu desculpas pelo descuido, então, José Vieira fez uma
simples pergunta ao rapaz, “Você sabe o significado deste Assovio Diferenciado?“,
a resposta de Lucas foi direta, sem muita enrolação foi de que pássaros se
comunicam assim.
Não satisfeito, o motorista completou dizendo que quem
se comunica deste jeito, são os presos, ou seja, bandidos. Acho que somente
nesta frase temos muita coisa para refletir, principalmente, em saber como José
Vieira sabe que este é o tipo de comunicação de bandidos, eu não sei, porque
não sou um, não conheço nenhum bandido e muito menos como eles se comunicam,
também sou uma pessoa tatuada e tenho tatuagens à amostra, por acaso, eu ou
Lucas teríamos que saber como bandidos se comunicam? Ou que assovio é a forma
de comunicação? Qual é a forma de comunicação? É tipo um, “e ae parceiro,
estamos juntos nessa“, ou um “e aí, tá na minha área mermão“?
A atitude de Lucas no momento foi de “sobrevivência”,
digamos assim, caso ele respondesse o motorista, com certeza, poderia ficar sem
voltar para casa por algum tipo de lei, artigo ou qualquer merda que o país diz
que é “calunia/desrespeito com o emprego” e bla,bla,bla. O engraçado é que
nesta mesma viagem, Viglio presenciou novamente o preconceito de José Vieira
com outra pessoa tatuada e com piercings, afirmando que pessoas com tatuagem
estão ligadas ao demônio através de um pacto.
Eu nunca fui muito religioso, é um assunto que não me
interessa muito, mas, venha cá, então todas as pessoas que tem tatuagem tem um
pacto com o demônio? Isto seria uma forma de generalizar todas as pessoas que
tem tatuagem com uma frase estúpida e de uma pessoa que talvez viva ainda na
década de 20, ou antes disto né? Caso os administradores da empresa VB
Transportes ou até mesmo o José Vieira leiam esta matéria, só um comunicado,
nem toda pessoa com tatuagem tem pacto com demônio, não vou falar todas, porque
não conheço todos, mas tenho certeza que deve ser uma minoria, se é que existe
algo deste tipo, eu não duvido, mas deixo o recado.
Para finalizar esta infeliz história, ao final da
viagem, Lucas foi até o motorista e respondeu: “Lembra que o senhor disse em
Araraquara? Me chamando pelo assovio diferenciado? O senhor me conhece? Sabe se
por acaso eu sou um ladrão ou algo do gênero?” e a resposta foi a mais óbvia
possível, “Foi uma brincadeirinha“.

Amigo leitor,
nunca aceite este tipo de desculpas, porque são por causas destas “desculpas”
que a coisa vai piorando, até chegar o dia que você vai perder uma vaga de
emprego porque tem tatuagem, como se tatuagem por algum motivo mudasse ou
alterasse sua qualidade profissional. Como disse em outro post e vou repetir
novamente, não é com desculpas que uma pessoa “se livra do preconceito”, só se
acaba com isto, quando realmente a pessoa tiver conhecimento sobre a cultura,
estilo de vida aprofundado, porque, você pode apostar, quando você conhece
algo, você pode não gostar, mas você respeita, porque existem pessoas que
gostam e seguem este estilo de vida, ou cultura.
E para os haters
que sempre vem ao blog nestas postagens dizer “Fez tatuagem, está no grupo de
pessoas tatuadas e precisa aguentar, tá na chuva é para se molhar“, não cara,
eu não preciso aguentar preconceito de gente que não conheço, eu não fiz
tatuagem para estar em um grupo, ou ser identificado, sabe por quê? Qualquer
pessoa pode ter tatuagem, desde um executivo alto padrão, até um vendedor de
loja, do cara que faz o pãozinho na padaria do João, até um empreendedor.
Tatuagem não tem perfil, pessoas tatuadas não tem um perfil, a tatuagem é uma
arte que representa muitas vezes situações das pessoas e ninguém, mas ninguém
mesmo, tem o direito de julgar você, sem ou com tatuagem, ninguém tem o direito
de fazer o que este motorista fez, independente se a pessoa tem tatuagem ou
não, é com pessoas assim que quando eu estou numa fila de banco, todos ficam
olhando para mim e fazendo “não, não, não” com a cabeça, são com pessoas assim,
que muita gente para pessoas tatuadas e pergunta: “por que você fez isto com o
seu corpo?”.
O corpo é meu, as
tatuagens são minhas, as escolhas são minhas e ninguém tem nada a ver com isto,
como muita gente vai odiar esta postagem, muita gente vai gostar, eu não vim
agradar ninguém, vim reportar uma matéria de que preconceito existe, pode ser o
mais comum, mas ele desenvolve e quando você vai ver, surge um novo “Hitler”
por aí, ditando regras e falando quem deve morrer por seguir uma religião, ou
ser de uma determinada etnia, parece ser extremo isto, mas aconteceu uma vez,
por que não novamente?
Só para constar,
Lucas Viglio está abrindo um processo contra a empresa.
A
promiscuidade das mulheres tatuadas e os significados das tatuagens femininas
Um recente estudo
realizado nas principais capitais brasileiras, analisou o comportamento sexual
das mulheres levando em consideração o tipo de tatuagem que elas têm.
O pesquisador E.
Mendes entrevistou mulheres em todo o Brasil e chegou a algumas conclusões:
“Primeiramente,
foi possível constatar que as mulheres tatuadas gostam mais e praticam mais
sexo do que as mulheres sem tatuagem“, afirma Mendes.
“Parece que o
prazer em sentir dor, de alguma forma está ligado à excitação sexual
feminina“, 73% das entrevistadas que disseram gostar muito de sexo eram
tatuadas, e quase metade das mulheres sem tatuagem que adoram sexo, tem intenção
em fazer uma tatuagem.
A pesquisa serviu
também para traçar o perfil sexual das mulheres de acordo com o tipo de
tatuagem que elas têm.
82% das mulheres
com tatuagem de estrela disseram preferir sexo selvagem.
42% das mulheres
com uma fada tatuada no corpo preferem sexo oral.
96% das mulheres
que tem tatuada a frase Carpe Diem são adeptas do sexo no primeiro encontro.
55% das mulheres
com tatuagens tribais têm tendencia ao lesbianismo.
42% das mulheres
com uma tatuagem de borboleta já participaram de alguma orgia ou sexo grupal.
Mulheres acham
homens tatuados mais atraentes, e homens acham que mulher tatuada parece ser
promíscua diz pesquisa.
As tatuagens
femininas e seus significados.
Fonte: Foi
retirado do Censo Carcerário do Estado de São Paulo realizada entre os anos
de 1999 e 2004.
Estrelas: Gosta de
Apanhar especialmente durante o sexo.
Múltiplas
estrelas indicam prática de fornicação seguida de açoite com vários
homens.

Mandalas: Indica
que é dada a religiões afro/macumba/pacto satânico.

Fadas, Duendes,
magia: Mulher dada ao uso exagerado de bebidas alcoólicas e/ou drogas alucinógenas.

Flor: Mulher dada
á traição.

Chines:
Apreciadora de órgão masculinos avantajados

Motivos
Religiosos: Fornicadora compulsiva que busca o perdão.

Novos
tempos
Chegada
da geração Y ao mercado faz empresas adotarem uma nova postura - mais flexível
e aberta - onde há lugar, sim, para funcionários com tatuagens

De modo
silencioso, por vezes até mesmo imperceptível para os menos atentos, o ambiente
de trabalho tem vivido, nos últimos anos, uma significativa mudança
comportamental. Na maioria dos casos, isso tem se refletido na própria visão
que o empregador tem do seu negócio. A princípio pode parecer supérfluo, mas a
crescente aceitação de funcionários que possuem tatuagens visíveis aos olhos de
qualquer pessoa é uma singela amostra dos novos tempos vividos no mercado de
trabalho.
Profissionais que
outrora seriam discriminados sem qualquer constrangimento, hoje, assumem postos
importantes nas companhias em que trabalham, até mesmo de chefia ou
coordenação, independentemente do dragão que tenham no braço ou da borboleta no
pescoço. O que mudou não foi apenas a capacidade técnica dos tatuadores, hoje
inclusive reconhecidos como artistas mas, fundamentalmente, o modo como os
gestores analisam (e avaliam) seus empregados, deixando de lado questões
estéticas e valorizando, acima de tudo, a capacidade, o comprometimento e o
rendimento profissional, como explica a gerente de pessoas da Brasilprev,
Regina Frederico: "As pessoas estão enxergando um pouco melhor aspectos
que antes eram vistos como inaceitáveis . Aqui, temos como valor a alta
performance e a técnica, e não apenas o comportamento individual e o estilo de
cada pessoa".
Embora atue no
ambiente financeiro, conhecido por sua formalidade, Regina conta que diversos
colaboradores da Brasilprev possuem tatuagens e não sofrem qualquer tipo de
discriminação por isso, seja para entrar na empresa, seja para alcançar novos
cargos e promoções. Entretanto, ela reconhece que há momentos em que é
necessário ser mais formal. "Quando visitamos o Banco do Brasil, por
exemplo, as pessoas se vestem de maneira mais social, mas isso não impede que
tenhamos nosso próprio perfil", ressalta a executiva.
Mas nem sempre foi
assim. Regina lembra que, até meados de 2004, a Brasilprev posicionava-se de
modo mais tradicional. Foi a entrada dos profissionais da geração Y que fez a
empresa mudar seus conceitos e adotar uma nova postura. "Eles trouxeram
para a companhia uma cultura mais aberta, na qual o uso de tatuagens deixou de
ser um tabu", analisa. O resultado, segundo ela, foi um expressivo aumento
no índice de satisfação dos funcionários, que até 2003 era de 51% e atualmente
é de 76%, de acordo com pesquisas internas.
Segmentos
distintos
E a tendência é
valorizar, cada vez, a capacidade profissional do empregado e não suas
tatuagens ou qualquer outro tipo de adereço. "Com a ascensão dos jovens da
geração Y, essa transformação será ainda mais rápida", afirma. "Eles
são diferentes; por isso, quando forem lideres, trarão uma nova maneira de
gestão", analisa Regina.
Quem compartilha a
mesma ideia é o gerente da Robert Half, Roberto Britto. Para ele, esse processo
começou nos últimos dez anos e não tem volta. "Antes, havia um preconceito
em relação às atitudes que não fossem usuais. Agora, as empresas têm uma visão
diferente, olham e se interessam mais pela capacidade que a pessoa tem de gerar
benefícios e resultados positivos para o negocio", sustenta Britto.
Entretanto, ele
ressalta que ainda há alguns segmentos em que a exposição de uma tatuagem pode
acarretar prejuízo, como a área comercial. Mas tudo é questão de visibilidade.
"Aquelas que não podem ser escondidas, como as tatuagens nas mãos ou
pescoço, podem prejudicar a aceitação do profissional com clientes
tradicionais, por exemplo. Mas, quando falamos de um mercado mais eclético e
informal, não há muitos problemas", completa Britto.
Por outro lado, a
diretora de RH da Mercer, Neusa Neves, apesar de reconhecer que o uso de
tatuagens é cada vez mais frequente entre os jovens, ressalta que a
transformação interna das empresas acontece numa velocidade diferente das
mudanças de gerações. Mas, assim como Britto, ela acredita que a questão
fundamental está relacionada ao tipo de área de atuação, os diferentes perfis
empresariais e o tamanho da tatuagem ou de sua visibilidade. Segundo Neusa,
empresas de tecnologia e comunicação são mais liberais, enquanto empresas de
serviços de consultoria ou advocacia são mais conservadoras. "Não se
questiona mais a capacidade da pessoa - muitos são bem tatuados e criativos -,
mas não acredito que esse seja o ponto", enfatiza. Ela acredita que o fato
é que algumas empresas ainda buscam trabalhadores que sigam seus conceitos e
padrões.
E isso já vem
sendo visto na prática. Na agência de publicidade e propaganda DM9, por
exemplo, tatuagens deixaram de ser tabu há algum tempo. De acordo com Duda
Lomanto, gerente de recursos humanos da agência, a tatuagem não representa
problema algum. "É um desejo da pessoa, não interfere em nada no trabalho.
E se for uma tatuagem bonita será até elogiada", afirma. Duda, que enxerga
a tatuagem como um estilo de vida, garante que não há qualquer tipo de
preconceito durante um processo de seleção. "Na DM9, valorizamos aspectos
como a história de vida do candidato, sua capacidade de comunicação, de
criatividade e como ele gera resultados", reforça.
Hora certa de
mostrar
O executivo
Cristiano Wortmann, de 32 anos e com três tatuagens grandes, já aprendeu a
transitar no mundo dos negócios sem deixar que suas tatuagens atrapalhem a
relação que tem com seus clientes da Representações Wortmann Ltda., na qual é
um dos sócios.
Ele sabe o momento
certo de colocar uma roupa que as cubra, e a hora que pode deixá-las à mostra e
ate usá-las a seu favor. "Tudo depende do perfil do cliente", conta.
Porém, em diversos países da América do Sul, como Bolívia, Colômbia, Paraguai e
Argentina - onde a empresa também tem clientes e não há uma cultura forte da
tatuagem como no Brasil -, os cuidados precisam ser maiores, para não
atrapalhar os negócios. "Se apareço todo tatuado na Bolívia eles me veem
como um alienígena", conta Wortmann, em meio a gargalhadas. "Em
alguns casos, até deixo o cliente ver minhas tattoos depois de estabelecer uma
relação de confiança com ele, no ambiente de um bar descontraído ou na piscina
do hotel", explica o jovem executivo. Mesmo assim, há casos em que, mesmo
depois de já haver estabelecido uma boa relação com os clientes, os cuidados
com a vestimenta permanecem, pois são empresas mais tradicionais.
A relação da
confiança foi durante algum tempo a mesma estratégia utilizada por Luciana
Passos Martins, de 33 anos, atualmente coordenadora de comunicação da Lacoste
Brasil. Ela conta que primeiro analisava o perfil do cliente para, então,
decidir se deixaria (ou não) suas tatuagens à mostra. "Minha ideia era a
de esconder até ter a confiança dele no meu trabalho", explica.
Com o passar do
tempo, e com maior experiência e confiança no próprio potencial, Luciana deixou
de se preocupar com essas questões. Hoje, sabe que o que realmente vale é seu
trabalho. "Mudei minha relação com a tatuagem, pois o que realmente
importa é o comprometimento e a dedicação que tenho no trabalho",
ressalta. No entanto, ela reconhece que, por vezes, ainda existe um conceito
estereotipado e lembra de um momento em que a tatuagem atrapalhou.
"Aconteceu recentemente, na seleção de um modelo para uma sessão de fotos
da Lacoste, em que o candidato foi excluído por ter muitas tatuagens",
relata. Segundo ela, ele chamava mais atenção do que a roupa - o que para
modelo é complicado. "Mas isso vem mudando. As pessoas têm de ser respeitadas
pelo que são, independentemente de tererem ou não um desenho no corpo",
completa Luciana.
O assessor
jurídico da Secretaria Municipal da Produção, Indústria e Comércio (SMIC), da
Prefeitura de Porto Alegre, Alexandre Guterres, de 41 anos, é outro exemplo de
profissional bem-sucedido que possui tatuagens. "Nunca tive qualquer
problema. Acredito que o mais complicado é para quem faz atendimento ao
público, o que não é meu caso", explica o assessor, que ressalta que tem
de manter uma postura de procedimento e vestimenta.
Ambiente mais
flexível
Na visão de
Guterres, a tendência no ambiente de trabalho é que o preconceito com as
tatuagens diminua. Ao menos, é a sua esperança. "Sou completamente
contrário a qualquer tipo de discriminação, não posso aceitar esse tipo de
comportamento, mas é uma questão complicada, principalmente nos casos de
atendimento ao público. Não tem como negar que ainda há pessoas que não aceitam
determinadas posturas", lamenta. No entanto, sua esperança é que aos
poucos a sociedade comece a aceitar com mais naturalidade as diferenças e seja
mais tolerante quanto a isso, respeitando o jeito de ser de cada um.
E isso tende a
acontecer, segundo Neusa, da Mercer, em função da chegada dos Ys ao mercado de
trabalho, que trazem mais flexibilidade nas empresas. "Trata-se de uma
geração com valores e ideias diferentes. Mais cedo ou mais tarde as companhias
terão um ambiente mais flexível e informal", adianta.
Dessa forma, o que
se percebe no mercado é uma mudança gradual, na qual o que importa são as
características profissionais, o talento e o comprometimento que o profissional
tem no trabalho, e não os desenhos que ele possa ter no corpo. Mas, como em
toda relação, o bom senso deve sempre prevalecer - tanto por parte da empresa
quanto por parte dos executivos (com tatuagens ou não).
Tatuados
poderão ser barrados na Marinha e Exército
BRASÍLIA - A
Comissão de Relações Exteriores da Câmara aprovou, nesta quarta-feira, dois
projetos que impedem tatuados de ingressarem nas suas escolas de formação e
seguirem carreira militar na Marinha e no Exército. As propostas agora seguem
para a Comissão de Constituição e Justiça. Os militares não querem, em seus
quadros, oficiais que apresentem tatuagem que façam alusão a ideologia
terrorista ou extremista contrária às instituições democráticas. Tatuagens com
temas de violência, criminalidade, ideia ou ato libidinoso, discriminação ou
preconceito de raça, credo, sexo ou ainda a ideia ou ato ofensivo às Forças
Armadas também não agradam os militares.
Sobre a proposta
enviada ao Congresso, a Marinha afirmou que “o dispositivo proposto não
objetiva proibir a admissão de candidatos com tatuagem, tendo por escopo
adequar o seu uso com os preceitos morais e de ética militar”, e que foi
encaminhada pela presidente Dilma Rousseff ao Congresso, no final do ano
passado. Segundo a Marinha, o projeto de lei dispõe sobre o ensino na Marinha,
com a finalidade de deixar expresso em lei os requisitos para ingresso no
órgão.
No ano passado, ao
sancionar uma lei semelhante à essas duas, mas para ingresso na Aeronáutica, a
presidente Dilma vetou a proibição à tatuagem. O argumento da presidente foi
que este não pode ser requisito, ou fator por si só suficiente, para a exclusão
de candidato de concurso público, em especial sem estarem acompanhados de
parâmetros ou justificativas à sua aplicação.
O relator das duas
propostas, o deputado Hugo Napoleão (PSD-PI), deu parecer favorável. No caso da
Aeronáutica, o texto vetado por Dilma proibia candidatos que apresentassem
"tatuagem no corpo que fique à mostra quando trajando uniforme previsto
para a prática de educação física".
O Exército conseguiu
incluir ainda três outras emendas que restringem ainda mais o ingresso do
concursado tatuado na carreira militar. Quando o cadete tiver tatuagem, a
imagem não pode ser grande demais, cobrindo grande parte de um ou mais membros,
como antebraço, mãos e face. O objetivo, segundo o Exército, é resguardar a
impessoalidade caso o militar seja "observado por um inimigo em operações
de defesa da Pátria" ou mesmo por marginais em ações de garantia da lei e
da ordem. Outro exemplo citado é que a camuflagem poderia ficar comprometida se
o militar tiver a face tatuada.
"O anonimato
é imprescindível. O uso de tatuagem é incompatível, como exemplo, nas funções
desempenhadas pelos atiradores de elite chamados 'Snipers', treinados em
camuflagem, infiltração, reconhecimento e observação no terreno onde se
desenvolvem operações militares", segundo trecho do relatório.
O Exército também
vetou candidatos que sejam casados e "arrimos" de família. A Força
argumenta que, ao ingressar nas escolas de formação de militar de carreira
combatente, como Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN) e Escola de
Sargentos das Armas (EsSA), e outras quinze instituições desse tipo, o jovem
precisa ter dedicação exclusiva e integral, "situação não compatível com
preocupações de ordem familiar, sejam de caráter psicológico, afetivo, social e
financeiro".
Algumas dessas
academias irão aceitar mulheres, mas, antes, essas unidades militares terão que
fazer adaptações físicas nos prédios para recebê-las. O prazo é de até cinco
anos.
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